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RFID: Aplicação para gestão de estoque

A sigla RFID significa Radio Frequency Identification, ou identificação por rádio frequência. Uma tecnologia desenvolvida pelos britânicos durante a Segunda Guerra Mundial para distinguir, no radar, os aviões amigos dos inimigos. Hoje essa ferramenta ajuda empresas do mundo todo a gerenciar com muito mais eficiência estoques em unidades de armazenagem.

De acordo com estudos publicados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro no site gta.ufrj.br, o uso da identificação por rádio frequência no mundo dos negócios como um todo traz diversas vantagens aos empreendedores, mas algumas se destacam, como, por exemplo:

  • “Capacidade de armazenamento, leitura e envio dos dados para etiquetas ativas;
  • Leitura sem necessidade de proximidade do leitor para a captação dos dados;
  • Robustez das etiquetas com possibilidade de reutilização;
  • Precisão na transferência de dados e velocidade no envio dos mesmos;
  • Localização dos itens ainda em processos de busca;
  • Prevenção contra roubos e falsificação de mercadorias;
  • Coleta de dados de animais ainda no campo, no caso do agronegócio;
  • E todas essas vantagens acima listadas giram em torno das três principais características dos sistemas de RFID, que são a durabilidade das tags (etiquetas), a precisão na transmissão de dados e a realização de leitura sem necessidade de contato”.

Já na Logística, o uso dessa tecnologia permite, entre outras coisas, o rastreamento em tempo real do item que recebe a etiqueta. Com o apoio do GPS, isso pode ser feito durante o transporte da mercadoria e a sua movimentação dentro da supply chain. É claro que o mesmo pode ser efetuado em uma indústria com as peças utilizadas numa linha de montagem, bem como em um Centro de Distribuição, permitindo um CONTROLE DE ESTOQUE com uma EFICIÊNCIA DE 99,9%. Ou seja, a verificação dos SKUs armazenados é quase perfeita.

Segundo o site i3csolucoes.com.br, as etiquetas RFID facilitam o controle de estoque através das seguintes vantagens operacionais em intralogística:

  • Maior visibilidade do estoque;
  • Altíssima precisão de inventário;
  • Otimização dos pedidos com redução no estoque total;
  • Forte redução no tempo de fornecimento;
  • Redução no tempo de recebimento e contagem;
  • Fim dos erros de expedição (logística reversa);
  • Forte redução no custo de mão de obra (conferência);
  • Prevenção de perdas.

O mesmo site relata que com as etiquetas RFID um produto é localizado no armazém em menos de cinco minutos. A realização de um inventário em um estoque com 10.000 itens leva no máximo uma hora. Para empresas que trabalham com produtos, com data de validade, a identificação por radiofrequência permite localizar os SKUs armazenados há mais tempo com agilidade, para que eles sejam comercializados antes dos outros, evitando prejuízo. Em comparação com o código de barras, outra ferramenta muito útil, o ganho de produtividade gira em torno de 25%!

Existem desvantagens? Sim. O custo de implantação pode ser alto. Nos EUA, cada etiqueta com tecnologia RFID custa 25 centavos de dólar na compra de um milhão de unidades. Em nosso país, segundo a Associação Brasileira de Automação, esse valor oscila entre 80 centavos e 1 dólar, adquirindo a mesma quantidade. Lógico, dependendo da etiqueta, ela pode ser reaproveitada. Além disso, outras equipamentos devem ser adquiridos. A tecnologia não se limita apenas ao microchip anexado ao produto. Por trás da estrutura estão antenas, leitores, ferramentas de filtragem das informações e sistemas de comunicação. Os pesquisadores Washington Moreira Cavalcanti e Maria Aparecida Fernandes, em estudo publicado pela Universidade Federal de Minas Gerais, descreveram a listagem de equipamentos para a implantação do RFID:

  • Identificadores ou transponders, ou TAGs: microchips fixados no produto com a finalidade de anexar dados, rastrear ou controlar, com diversos formatos, cartões, adesivos, pastilhas, em diferentes materiais como plástico, silicone, entre outros;
  • Leitor: para o envio da frequência do comando de leitura e recepção e decodificação do sinal recebido, enviando diretamente ao computador, que utilizará essa informação. É responsável pela ligação entre sistemas externos de processamento de dados;
  • Antena: fixada tanto nos identificadores quanto nos leitores, para a transmissão e recepção dos sinais. A antena é a base para a comunicação sem fio;
  • Computador com software: para a manipulação das informações, bem como para reconhecer e identificar dados, para que as informações sejam disseminadas.
  • Quanto ao funcionamento do RFID: o leitor modula uma determinada frequência de rádio, transmitindo para um tag que recebe e repassa para o seu microchip”.

Mas o investimento se paga com a precisão oferecida pela tecnologia! Nessas etiquetas podem ser inseridas informações como peso, código de barras, data de fabricação e de vencimento dos itens e muito mais. Nós, da Águia Sistemas, podemos ajudar sua empresa em tudo o que ela necessitar na área de Intralogística. Mantenha contato conosco!