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O E-commerce e as Tendências de Consumo

Para lucrar com plataformas de e-commerce é necessário estar atento aos desafios impostos pelas tendências comportamentais dos usuários

 

A pandemia ainda causa danos graves no mundo inteiro. Infelizmente. Mas alguns setores estão reagindo bem, do ponto de vista econômico. O e-commerce é um deles. Segundo pesquisa realizada pela Ebit|Nielsen este segmento deve crescer 26% em 2021. E essa é uma tendência que não deve diminuir nos próximos anos. No mesmo levantamento foi constatado que 95% dos brasileiros pretendem continuar comprando pela internet quando voltarmos ao “velho normal”.

Quem pretende lucrar com plataformas de e-commerce precisa então ficar atento aos desafios impostos pelas tendências comportamentais dos usuários. Há tantas novidades tecnológicas que os departamentos de T.I. (Tecnologia da Informação) terão um trabalho considerável daqui para frente. Veja agora algumas dessas mudanças que estão em curso.

   1. Inteligência Artificial e Big Data

  • São mecanismos que permitem prever o comportamento do usuário baseados, sempre de forma ética, nos hábitos de consumo dos internautas, dando para a empresa um atalho na conquista de seu cliente e ao cliente a oportunidade de comprar o que precisa sem perder tempo na internet.

   2. Compras personalizadas

  • Permitir que o consumidor personalize seus produtos pode conquistar uma clientela que deseja se destacar dos demais. Isso precisa ser feito com baixo custo e perfeição na hora da entrega, sem o repasse da encomenda errada. A Nike, por exemplo, já está fazendo isso. Além dos produtos pessoais, como calçados e roupas, esta tendência está afetando também quem trabalha com decoração e móveis.

   3. ARcommerce para melhor experiência de compra

  • O termo AR significa Augmented Reality, ou em português, Realidade Aumentada. É um software que permite, entre outras coisas, inserir objetos virtuais nas imagens de ambientes reais. Desta forma é possível, por exemplo, ver como um sofá vai ficar na sua sala, entrando no ambiente remoto de um site de compras. Trata-se de uma ferramenta de visualização para os consumidores que desejam comprar um determinado produto, personalizando assim a experiência de consumo. De acordo com a empresa de consultoria ReportsnReports empresas de e-commerce devem investir 247 bilhões de reais nessa tecnologia até 2023. Pode custar caro. Mas vale a pena.

   4. Chatbots e Conversational Commerce

  • O Conversational Commerce, ou “varejo de bate-papo”, é uma grande aposta de empresas e marketplaces. Com o uso de A.I. (Artificial Intelligence) os robôs de vendas (programas de computador que simulam uma interação humana) iniciam uma conversa com o cliente para efetuar o primeiro atendimento através de um chatbot, isto é, uma conversa escrita de forma digital. Essa estratégia permite uma grande economia para a empresa, além de acolher o público de forma rápida e eficiente. Implantá-la costuma trazer bons resultados.

   5. Voice commerce

  • Os assistentes virtuais de compra estão conquistando a simpatia dos consumidores cada vez mais. Isso tem estimulado a navegação com comandos de voz. A Alexa Echo Dot, da Amazon, já permite a compra no marketplace da empresa dessa forma.

   6. Live commerce

  • Estamos falando de transmissões ao vivo em plataformas de e-commerce. Uma técnica que faturou 170 bilhões de dólares em 2020. Isso elimina o atrito entre o entretenimento e a compra, permitindo que o usuário faça a aquisição do produto com apenas um clique. Mais uma opção de vendas

   7. Re-commerce

  • Essa tendência vai agradar quem gosta de um brechó. Re-commerce é a comercialização virtual de objetos usados. Uma tendência inquestionável em tempos de crise e numa época em que o discurso da sustentabilidade social está em alta, evitando assim desperdícios. A Troc, startup dedicada a esse nicho de negócios, faturou um milhão de reais em apenas 10 meses.

   8. Shoppable

  • O objetivo aqui é facilitar a vida do consumidor, que não precisa entrar num marketplace para efetuar a compra. Isso poderá ser feito através do aplicativo da empresa fornecedora ou de um QR Code. Essa tecnologia está disponível na loja do Instagram. Nos Estados Unidos houve recentemente o lançamento do NBC roled out Shoppable TV Ads, que permite ao público a compra de roupas, acessórios e objetos usados em séries e filmes através de um QR Code. Inserir produtos nessas peças de entretenimento pode ser interessante.

   9. Mobile commerce

  • De acordo com o site Statista, até 2023 73% das compras on line serão feitas através de dispositivos móveis, como celulares e tablets. Por isso é tão importante que as plataformas de e-commerce tenham um ambiente responsivo, que seja amigável aos usuários destes aparelhos.

   10. Clubes de assinaturas como modelo de negócio

  • Esta modalidade vem se tornando cada vez mais popular no meio digital. Os associados pegam um determinado valor por mês, semestre ou ano e em troca recebem produtos regularmente. A Wine, por exemplo, atua no ramo de vinhos e a YVY Brasil com produtos de limpeza.

   11. Serviços de streaming

  • Serviços como o da Netflix devem crescer exponencialmente em 2021. Não apenas para entretenimento, mas também como canais de vendas. Vale a pena ficar atento a essa possiblidade para veicular sua marca.

   12. Educação à distância

  • A pandemia isolou alunos e professores, forçando uma revolução digital neste segmento. As aulas presenciais vão acabar voltando, pois a interatividade humana AINDA não foi superada. Mas os cursos na modalidade de EAD vieram para ficar. Principalmente com a necessidade de requalificação profissional de todos dentro de um ambiente virtual. Isso serve para todos. Inclusive para quem trabalha com e-commerce.

   13. DIY (Do it yourself) – Faça você mesmo

  • Outra tendência muito interessante é o nicho de produtos voltados para quem gosta de fazer as coisas com as próprias mãos. Não se trata apenas de hobby, mas também de economia. Isso ocorre em todos os segmentos, desde a Culinária até a Construção Civil.

   14. Novo papel das Redes Sociais

  • As Redes Sociais são excelentes canais de vendas. Mas também servem de palco para a difusão das idéias mais estapafúrdias. Elas já estão se policiando nesse sentido. Porém esse é um processo em andamento. Os indivíduos estão mudando. Empresas e Redes Sociais também devem se adaptar.

   15. Pagamento Instantâneo

  • Com o lançamento do PIX uma série de modificações tiveram que ser implementadas. O método, simples e eficiente, funciona 24 horas por dia, pode ser identificado no mesmo instante e agiliza a entrega do produto. Além disso, demonstra segurança mais que razoável contra fraudes.

   16. Solução antifraude para os novos meios de pagamento

  • Sim, o PIX é seguro. Por enquanto. Toda modalidade nova apresenta oportunidades para os fraudadores. Por isso é importante estar preparado para os hackers de plantão.

   17. Novas opções de pagamento no checkout da compra

  • No Brasil temos 45 milhões de pessoas sem contas em bancos que movimentam 800 bilhões de reais por ano. Criar novas opções de pagamento é um desafio para a criatividade dos comerciantes e especialistas em T.I. .

   18. Manutenção das velhas formas de pagamento

  • O foco é o cliente. De qualquer idade ou faixa de renda. Com ou sem cartão de crédito. Com ou sem conta em banco. Por isso o velho boleto deve continuar existindo. Tratar essas pessoas com simpatia pode atrair um percentual considerável do público.

   19.Atendimento resolutivo

  • Quando a experiência de compra é ruim a tendência de perder o cliente é enorme. Um estudo da Salsify identificou que 35% dos clientes optaram por pagar mais caro em outro site após ter um review negativo na transação anterior.

   20. Engajamento do consumidor

  • Por fim, de nada adianta ter presença na internet se o consumidor não se sentir atraído pela empresa. Esse engajamento ocorre quando o público identifica na marca responsabilidade social e eficiência no trato comercial. A produção de peças publicitárias em diferentes formatos é vital na construção dessa imagem, o tão famoso Omnichannel!

Sabemos que são inúmeras as tendências citadas aqui, porém se a consolidação de algum destes conceitos for um de seus desafios e ainda mais quando o assunto for intralogística (ou seja, a logística dentro das empresas) entre em contato conosco. Converse conosco.

 

Vídeo – Solução Intralogística para Ecommerce


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