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Logística e a IOT

O termo IOT foi publicado no ano de 1999, evoluiu e hoje já é uma realidade

    A Internet of Things (IoT), que em português significa Internet das Coisas, diz respeito a uma tecnologia que se propõe a integrar objetos do dia a dia à rede mundial de computadores. Se ao sair de casa você esqueceu a TV ligada, não se preocupe. Assim que chegar ao escritório basta desligá-la através do celular. Comandos semelhantes podem ser dados ao fogão, à geladeira, ao chuveiro, à máquina de lavar roupas, à cafeteira, ao sistema de irrigação do quintal, às luzes da casa e o que mais for possível, mediante o tamanho do bolso de cada um. 

     O termo apareceu pela primeira vez em um artigo do cientista britânico Kevin Ashton, publicado no ano de 1999. Faz tempo. De lá para cá o conceito evoluiu e se transformou numa ferramenta muito útil no mundo dos negócios. Com o setor de Logística não foi diferente. Veja alguns exemplos de objetos que foram conectados à Internet tanto em armazéns quanto em veículos de entrega, citados no site blog.solistica.com:

  • dispositivos que permitem o registro preciso de entrada e saída de mercadorias, 
  • sensores de volume e peso nas estantes (para saber se o produto está sendo colocado no local correto),
  • sensores climáticos para garantir o bom estado da mercadoria, 
  • sensores para detectar disponibilidade de espaço, 
  • óculos ou etiquetas inteligentes (que permitem identificar a mercadoria e sua localização exata dentro do armazém),
  • sensores de temperatura e umidade em caminhões do tipo baú,
  • sensores de prevenção de danos e detecção de roubos de veículos, 
  • software de desenho da distribuição de cargas nas unidades, 
  • rastreadores para localização exata das unidades, através da tecnologia RTLS (Real time Location System), seja através de beacons, wi-fi ou RFID (Radio-Frequency IDentification),
  • coleta de dados históricos sobre o percurso das unidades, 
  • sensores para identificação do estilo de condução dos motoristas, 
  • controles de consumo de combustível e detecção de níveis de fluídos e de emissões contaminantes,
  • câmeras de vídeo tanto nos armazéns quanto nos veículos para monitorar operações e operadores. 

     Graças a IoT todos esses equipamentos podem ser gerenciados simultaneamente por programas de computador sofisticados, como o TMS (Transportation Management System) e WMS (Warehouse Management System). Os dados são enviados em tempo real para o gestor, que passa a tomar as decisões mais acertadas no seu cotidiano. No caso das entregas, por exemplo, os dados enviados pelos sensores do caminhão, controlado por satélite, podem ser somados às informações de tráfego, criando as melhores rotas para o destino final da mercadoria. Aliás, o trabalho na last mile pode contar aparelhos totalmente robotizados, como os drones, que já estão sendo usados em grandes centros para a entrega de produtos ao consumidor. Diga-se de passagem, a IoT pode ajudar a resolver um problema muito comum a última milha que é saber se o comprador está ou não em casa para receber a encomenda. Esse conjunto de sensores pode ser usado para avisar o cliente do momento preciso em que o pacote será deixado em sua porta, evitando assim o retrabalho de uma nova entrega. Tais processos podem ficar ainda melhores se o empreendedor usar também Inteligência Artificial. Ou seja, computadores capazes de aprender, gerenciando tarefas repetitivas e diminuindo custos. Assunto que já foi abordado em outro texto do nosso site.

     Tudo isso permite a rastreabilidade tanto de insumos para empresas quanto de produtos acabados aos consumidores, dando transparência à Cadeia de Suprimentos, que passa a ser acompanhada on line por cada interessado, cumprindo horários e com a mercadoria em perfeito estado, deixando os clientes mais satisfeitos. 

     Ainda segundo o blog.solistica.com, “a eficiência alcançada ao integrar GPS, sensores inteligentes, aplicativos móveis e wearables otimiza o uso dos recursos, automatiza processos, garante um melhor controle de inventários instantaneamente, reduz as perdas por danos às mercadorias e melhora os tempos de entrega para oferecer maior produtividade e, portanto, rentabilidade às empresas”.

     Um levantamento feito pela Cisco e pela DHL revela que nos próximos dez anos as novas tecnologias em torno da Internet das Coisas poderão agregar até US$ 1,9 trilhão em investimentos. Tal informação comprova o potencial dessas ferramentas em nosso cotidiano. 

     Simplificando, a IoT aplicada à Logística garante as seguintes vantagens:

  • Acompanhamento em tempo real dos inventários nos armazéns, equilibrando estoques, sua manutenção e o abastecimento aos clientes, sem gastos desnecessários;
  • Acompanhamento em tempo real do produto em deslocamento, do bom estado da mercadoria e sua entrega no horário previsto, sempre com as melhores rotas, economizando combustível, pneus e freios;
  • Acompanhamento em tempo real do desempenho dos colaboradores;
  • Garantia de satisfação do cliente em relação à entrega;
  • Ganho de tempo em todos os processos;
  • Redução generalizada de custos operacionais;
  • Aumento da margem de lucro dos operadores logísticos e dos contratantes.

     Mas as soluções em IoT devem ser flexíveis e focadas na realidade individual de cada empresa. Nós, da Águia Sistemas S/A, podemos lhe ajudar quando o assunto for Intralogística, converse conosco.

(Este texto foi construído com informações dos sites blog.solistica.com, novida.com.br, cargox.com.br e v2com.com.)